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Claudionor

Araújo

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2021-07-19

11:09:56 AM

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Poesias001

Poesias001

  
 
MELHOR DESEMPENHO COM O FIREFOX
 
 

Se o Poema For Uma Homenagem
Ou Falar De Pai/Mãe, Ou Descrever
Um Lugar, Procure Nas
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A Atualização Do Mesmo!!!

 
*TEATRO
(Claudionor Araújo da Silva)
 
A casa está alagada
De imundícies e profilaxias ambíguas.
Romeiros descrentes
São questionados
Por cristãos cansados.
A beleza virtual ganha pontos
De positividade.
Tempos negativos virão...
O Senhor Bagunça
Poderá chegar
Em primeiro lugar.
Hoje tem show!
Infelizmente,
Estou na plateia!
 
 

 
 
*RAINHA MAMÃE
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Ternura resplandecente
Amor incomensurável
Flor incandescente
Bondade inigualável
Mamãe:
- A mais linda estrela, não tem o teu brilho
- A joia mais rara, não tem o teu valor
- Tu és para mim, meu porto seguro
- Tu és para mim, sinônimo de AMOR
 
 

 
 
*PENSANDO NOS NÚMEROS
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Da soma dos quadrados dos catetos,
achei o quadrado da hipotenusa.
Na perfeição das minhas medidas,
sessenta graus o triângulo acusa.
Quadriláteros retos, losangos obtusos,
tangentes de ângulos agudos.
Áreas e volumes de esferas, de prismas,
de cilindros e de paralelepípedos.
Viro o compasso; são trinta graus rumo norte;
Um barco a sessenta quilômetros por hora;
Matemática em harmonia.
A circunferência está tangente à reta
que corta a cunha de uma esfera.
A coroa circular tem a área do setor circular
de raio quase um tera.
Os volumes podem estar em progressão aritmética;
O último termo da sequência tem-se que encontrar.
O volume do cone é igual ao volume
da pirâmide quadrangular.
Viro o compasso; já são sessenta graus rumo sul;
Um trem a trinta quilômetros por hora;
Matemática em sintonia.
Um terço da sua idade representa o dobro da minha.
Vinte e cinco passos nessa mesma linha.
Trinta e sete polegadas transformadas em centímetros.
São duzentas milhas americanas,
transformadas em quilômetros.
Viro o compasso; já são noventa graus rumo oeste;
Uma vida agitada nos 365 dias do ano;
Matemática no dia a dia.
 
 

 
 
*PORQUE AINDA POSSO SER MAIS...
(Claudionor Araújo da Silva)
 
No fim do livro enfim: A última canção.
A cada estrofe: Uma emoção.
A cada linha: Muitas coincidências.
Em cada palavra: Muitas confidências.
Na última página: Minha vida.
Na última página: Uma mágoa sofrida.
Na última página: Quase um sonho.
Na última página: A figura de um ser tristonho.
Vive o poeta a eterna conquista das palavras.
Sofre o poeta na doce melancolia de muitas luas.
Passa o tempo e o passatempo do poeta agora é SER MAIS.
Ser mais uma doce lembrança,
Num coração que já sofreu DEMAIS.
 
 

 
 
*SER O QUE NÃO SOU
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Quero cantar, sou um sabiá degolado.
Quero sorrir, estou boneco de pano costurado.
Quero andar, meu carro permanece sem rodas.
Quero correr, fico leopardo com patas feridas.
Quero sair, mas meu cão se amarra.
Quero ser “eu”, mas o poste é de concreto.
 
 

 
 
*POEMA PARA UMA FLOR
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Andei por todos os lugares
Em busca do amor perfeito
Porém só encontrei dissabores
Pois só tu mamãe é o verdadeiro afeto
Tu me deixas mais sereno e mais seguro
Contigo eu estou em paz
Tu és amor puro
Contigo minha tristeza se desfaz
Sei que sou o seu eterno menino
Você é a minha fortaleza
Ouço no badalar de um sino,
Uma doce canção que lembra a tua delicadeza
 
 

 
 
*SOLIDÃO DE AMIGOS
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Ira do tempo!
Minutos acelerados!
Lua que traz inspiração!
Sábia natureza!
Pensamentos que vagam!
Lenha na fogueira!
Solidão de amigos!
Vem o sol!
Cai a última lágrima de orvalho!
Que agonia!
Minha angústia é a incerteza!
Tristeza e solidão!
Pilha de gotas de lágrimas!
O caderno é a areia!
 
 

 
 
*UNIDOS CONTRA A DENGUE
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Aqui em Campo Grande existe uma Prefeitura!
Que no combate à dengue não dá moleza não!
Essa cruel doença vem de uma criatura!
Um mosquito danado que põe você no chão!
 
Avisa a SESAU: Não deixe água parada!
Limpeza é importante, cuide bem do seu quintal!
Pneu, lata ou vaso; Água acumulada!
Você tem que limpar!
Vamos lutar contra esse mal!
 
 

 
 
*XÔ DENGUE
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Existe um mosquitinho
Que é bem danadinho!
Gosta de água parada
E vai te dar picada!
A organização é a nossa missão!
Se é pneu, se é vaso, se é lata... Pra não ter confusão
Deixe tudo bem sequinho; Deixe tudo emborcadinho!
Deixe o seu quintal bem limpinho!
Minha cidade é modelo!
Mando o mosquito pro chinelo!
Sempre estou em alerta!
Xô dengue!
Aqui não tem porta aberta!
 
 

 
 
*FIM DE INVERNO
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Na janela vejo a última gota gelada.
Na lareira, a última brasa acesa.
Na rua, o último brilho do retrovisor embaçado.
Ao passar, o jovem tira a touca de cor mesclada.
Um passarinho já acena com a asa.
Alguém faz um gesto engraçado.
Um sol, mais que bem-vindo, é quase um prêmio.
O céu responde num anil mais puro.
Nuvens agora estão seguindo o rumo leste.
Mesmo que queiras partir; digo-te:
-Vás, sem nenhum receio.
Mesmo que queiras partir; digo-te:
-Vás, pois tens um coração duro.
Mesmo que queiras partir, digo-te:
-Vás, pois sois um brilho sem luz celeste.
Talvez fostes a melhor coisa que eu tive.
Talvez fostes o amanhecer mais colorido.
Mas sei que fostes o entardecer, o anoitecer e a dor.
Agora eu sei que o amor, em mim, ainda vive.
Os meus olhos teimam em derramar um pranto dolorido.
No FIM DE INVERNO, a última lágrima é de amor.
 
 

 
 
*SE O OUTONO FALASSE...
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Um vento acelerado insiste em não parar.
O sol avermelhado está na penumbra da neblina.
Pétalas de rosas se despedaçam pelo ar.
E ainda cai a chuva fina.
As folhas murmuram o seu nome?
Não sei se é minha loucura ou minha insensatez.
Só sei que a indiferença, aos poucos me consome.
Será que pensas em mim? Talvez...
Por que é que todo amor não dura eternamente?
Será que nunca vamos aprender a amar?
Até as flores choram amargamente.
Até o seu amor deixou de se entregar.
Num dia desses um sábio disse:
-Só serás realmente feliz, se souberes amar.
E o que é a felicidade?
Sonho de plebeu em noite estrelada e de luar,
Ou fruto da penitência de muitas desilusões
E de eterna sinceridade?
 
 

 
 
*QUEM SOU EU?
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Estou na sua vontade escondida.
Amparo a ovelha desgarrada.
Se me aceitares de coração, estarei sempre contigo.
Serei para sempre o seu melhor amigo.
Sou capaz de te restaurar por completo.
Sou capaz de deixar o mar sereno e o tempo mais lento.
Sou capaz de destruir o seu inimigo apenas num aceno.
Posso te salvar do inferno.
Nenhum ser humano me vence.
Sou capaz de fazer com que você siga em frente, ou se canse.
Sei de todos os seus desejos.
Sei de todos os seus erros.
Ninguém me esconde nada.
Se fores justo, sua alma é por mim bem-aventurada.
Faço obras perfeitas.
Ensino o caminho certo por LEIS indubitáveis e justas.
Estou em todos os lugares.
Sou o dono da terra, dos rios e dos mares.
Eu tenho o poder da vida. Posso levá-la, quando quero.
No universo vale o que eu disser. Em meu NOME,
muitos se livram do flagelo.
Por eles, espero.
Eu sou a força do amor.
Livro-te para sempre da dor.
Como já te disse:
- EU SOU O CAMINHO, A VERDADE
E A VIDA. Morri numa cruz.
Meu nome é JESUS!
 
 

 
 
*MÃE: O AMOR PERFEITO
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Estrela de brilho intenso
Flor rara do mais belo jardim
Sinônimo de afeto!
Sincero amor
Andei por todos os lugares
Só encontrei em ti, flor mamãe
“O Amor Perfeito”
 
 

 
 
*CARACOL
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Caracol marcou o assoalho
Segue seu destino lento.
Para que calcular seu caminhar
se o próprio “ser” já é
a inspiração dos números?
 
Lagoa esverdeada,
Girinos desenham trieiros prateados pela lua;
Matizes de peixes...
 
 

 
 
*EMOÇÃO!
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Fim de tarde!
Vai sol que arde!
Pousa a gaivota!
Concha entoa uma canção já pronta!
É verão!
É ilusão!
A emoção se move!
Algo traduz poesia!
Toda a beleza de um dia!
 
 

 
 
*MARIA ÂNGELA
(HOMENAGEM CRAS POPULAR)
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Hoje um anjo se despede de nós
Anjos são assim:
Temos que entender o seu idioma, para compreendê-los.
Anjos costumam trazer a paz
É só lembrarmos do seu carisma
É só lembrarmos do seu poder de compartilhar o bem!
 
Maria Ângela:
 
Uma formosura; escultura divina
Entre as flores; sinônimo de beleza
Entre nós; eterna amizade
Parabéns!
Somos ETERNAMENTE GRATOS, pela sua existência
E onde estiver, nunca se esqueça:
Aqui, você sempre será admirada!
 
 

 
 
*ÂNDREA
(HOMENAGEM CRAS POPULAR) 
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Ândrea:
 
Na coreografia da vida é preciso sorrir.
No ritmo da canção, vivenciamos a sua alegria.
Através da dança, nos sentimos mais livres.
 
Você vai embalar outros palcos
Agora é hora de iluminar outros cenários
Viver com música é sempre se transformar
Tê-la ao nosso lado, foi sensacional.
Em clima de festa nos despedimos
Mas uma suave canção,
Irá nos manter sempre em sintonia!
 
 

 
 
*ÂNDREA - HOMENAGEM DO
GRUPO DE IDOSOS
ALEGRIA DE VIVER
(CRAS POPULAR)
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Dizem que as fadas são capazes
de acabar com qualquer tristeza...
Dizem que as fadas mudam as pessoas
através do seu infinito amor...
Dizem que as fadas, incansavelmente,
buscam sorrisos a todo instante...
Dizem que as fadas nos fazem dançar,
cantar e vibrar de alegria.
 
Ândrea:
 
De repente você surgiu...
Modificou as nossas vidas...
Nos fez sentir crianças...
E agora a sua partida nos entristece.
 
Fica entre nós a nossa amizade
E a certeza de que uma FADA
Passou por aqui,
E nos fez sentir ETERNAMENTE JOVENS!
 
 

 
 
*ROSÂNGELA 
(HOMENAGEM CRAS POPULAR)
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Rosângela:
 
Vejo que a essência da vida é semear o bem!
Vejo a Rosa Angelical que existe em ti!
Vejo a guerra vencida pela boa vontade!
Enfim, as suas palavras!
A sua dedicação!
 
 
Outros horizontes clamam novas dinâmicas!
Novas manhãs vingarão outras teorias!
Outras tardes serão juventude plena!
O sonho é sempre a perseverança do futuro
 
E onde você estiver
Vamos nos aproximar,
Sintonizando o NOSSO COMPANHEIRISMO!
 
 

 
 
*AMARGO
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Pensando no que podia padecer
Padeci quando menos imaginava
Que pudesse padecer
Padecendo assim fui escravo de mim mesmo
Demorei a sair da senzala
Que me levou às nervuras do ódio
E esperei por um dia de festa
Ou por horas de liberdade
 
Só sei que hoje estou livre
De mim mesmo
De algumas coisas ruins
Do significado de cada coisa
Das coisas amargas
Dos caminhos destemperados
 
 

 
 
*TER MEDO DO FUTURO...
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Penso no futuro e sinto medo.
Medo do que há de vir.
Sentir medo é normal?
Quem terá mais futuro?
O que posso fazer para melhorar o futuro?
O que será do futuro sem mim?
O que será de mim no futuro?
 
 

 
  
*ALGO...
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Penso em algo que seja bom,
Que seja calmo, leve, de brando tom
Penso naquilo que me satisfaz
E a fantasia se faz...
Se viver mais, é sentir mais sabor,
Vivo agora com mais amor.
Vivo sempre a minha realidade.
Vivo em busca da eterna felicidade.
 
 

 
 
*O SABER...
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Está aqui!
Está ali!
Está em todo lugar!
Tenho que estudar!
Eu sei de algo!
Caminho que eu galgo!
Alguém sabe mais,
Mas não se satisfaz!
Eu vivo em busca do saber!
Alguém despreza o aprender!
Quem nunca sabe nada?
Quero um conto de fada!
O que é saber de tudo?
Vejo um verso dourado!
O que eu aprendi ontem?
Poema de um vintém!
O que eu sei hoje?
Meu poje!
Amanhã eu vou sentir que devo aprender mais?
Quantas frases reais!
Entender, compreender, querer crescer...
Ler, vencer, aprender a viver.
Ser saber!!!
 
 

 
 
*COMPUTANDO...
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Um bit, dois,
Seis...
Que mundo!
Agora tudo é byte por segundo!
Computar uma vida virtual!
Sentir que agora tudo está real!
Encontrar um caminho perdido!
Sou mais, sou nada, me confundo!
Entender a informação!
Me decepciono com a criação!
Meu paraíso, meu inferno, a flor e a dor.
Minha vida: Meu computador!
 
 

 
 
*POR MAIS UM SENTIR!
(Claudionor Araújo da Silva)
 
 
Numa planície dourada:
Musgos descolorados!
Paisagem depredada!
 
Alma que tem sede de elogio!
Sinônimo de refúgio! 
 
Expulso a minha cegueira,
Sem nenhuma besteira!
 
 
Alguns fios loiros:
Ambição de muitos!
Movimentos sinuosos!
Toda inocência perdida!
Eu sei a história dessa vida!
 
Será que o meu coração deixou de amar?
Que pena? Será que eu vou pecar?
Ou é fuga de ilusão?
Por mais um sentir, sem mentir!
 
 

 
 
*VERSO REVERSO
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Azul e vermelho criam verão
Somos almas gêmeas
Cisne na lagoa prateada
Preciso do caminho ladrilhado
Onde está o amor na guerra?
Tudo na vida tem fim!
Infinitas, só progressões aritméticas...
Infância iluminada
Calor e frio
Noite e dia mesclados
Flocos de algodão
Num dia de verão
 
 

 
 
*QUANDO PENSO...
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Lembrei do passado: Sofri duas vezes.
Pensei em ser feliz!
Lembrei de você: Morri outra vez.
Pensei em nós dois!
Lembrei de bons momentos: Novamente sorri.
Pensei no amor!
Lembrei de gênios incompatíveis: Me vi em cinzas.
Pensei na dor!
Lembrei do som e do ar: Senti sabores.
Pensei nas emoções!
Lembrei da poesia: Quase chorei.
Pensei nas desilusões!
Lembrei de quem me fez mais forte:
Me senti mais leve.
Pensei nas flores!
Lembrei do nosso mundo: Fui às nuvens.
Pensei na diversidade dos matizes!
LEMBREI...
QUANDO PENSO que agora,
do nosso amor, jamais esquecerei...
 
 

 
 
*SERENIDADE
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Crepúsculo!
Nenhum obstáculo!
Larídea solta no vento!
Um colibri sedento!
Barco no horizonte!
Noite adiante!
Ouço a sereia!
Uma flor na areia!
 
Verde inviolável!
Brisa afável!
Açúcar e Sal!
 
Água cristalina!
Outra ave de rapina!
Recife de coral!
Agreste de um pontal!
 
Tudo é paz e ternura!
Tudo é amor e alegria!
Vivo a poesia!
 
 

 
 
*PROCURO UM NOME
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Inquestionável amigo!
À proteção? Risadas!
Ao desprezo? Risadas!
À crueldade? Risadas!
À falta de tolerância? Risadas!
Sentidos aguçados!
Sabor de sangue!
Às vezes se lamenta.
Às vezes foge.
Quase sempre: IRA.
Sangra o chão!
Guardião da paz!
 
Menosprezá-lo? NUNCA!
 
 

 
 
*CAMPO GRANDE
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Campo de Vacarias!
Terra Fértil!
Bom Jardim do Zé!
Na RUA VELHA:
Pau a pique!
Telha de barro!
De vila de boiadeiro,
À trem de comércio próspero!
De município verde oliva,
À capital do povo hospitaleiro!
Tens derramado em teu solo,
O sangue da força do trabalho!
Harmonicamente tu cresces,
Sintonizando tuas raízes,
Enaltecendo teu povo indígena
E valorizando a fauna e a flora!
 
 

 
 
*VIDA CABOCLA
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Embrenhada no cerro
Casa acerejada
Telha descorada
Chaminé encarvoada.
Regalo do matuto é pitar,
Na espaçosa quatro chinelos.
Algazarra da passarinhada,
Corredeira cristalina;
Gorjeio do sabiá.
Sertanejo
De dias cheios
E noites quase fechadas.
Lua é poesia;
Viola é lamentação.
Caipira se alonga,
Em eterna solidão!
 
 

 
 
*DAIANE
(HOMENAGEM DO CRAS POPULAR)
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Brilhante é o seu sorriso.
Doce, o seu coração.
A lágrima que cai de uma rosa,
Tem a essência da sua ternura.
A mais suave canção,
Tem a harmonia da sua amizade.
No mundo dos sonhos,
É um sonho estar ao seu lado.
Na realidade,
És sinônimo de doçura.
O mar guarda um tesouro,
Que tem o teu valor.
No infinito existe uma estrela,
Esperando você sorrir!
 
 

 
 
*SEMPRE MÃE...
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Perfume de jasmim,
Exalando ternura.
Flor única,
Reluzindo amor.
Pérola
Que revela dedicação.
Coração afetuoso,
Que conduz alegria.
Entre as estrelas,
És,
A mais cintilante.
Entre as pedras preciosas,
És,
A mais valiosa!
 
 

 
 
*HOMENAGEM PARA A SIMONE
(CRAS POPULAR)
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Em cada criança, você plantou a semente do saber.
Sua boa vontade vingou bons objetivos.
Suas opiniões enriqueceram os dias.
 
No paraíso da sabedoria,
Existe um livro aberto que diz:
 
Simone:
 
Tu és, a chave da motivação.
Tens o carisma e a perseverança de uma vencedora!
Quem estiver do seu lado, terá a fórmula do sucesso.
Quem te seguir,
Irá desbravar o arco-íris do conhecimento!
 
 

 
 
*HOMENAGEM CRAS POPULAR
MULHERES DO CURSO DE
HABILIDADES MANUAIS
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Lourdes:
 
 
Juntas, passamos bons momentos.
Ficarão na lembrança, tardes inesquecíveis.
Amavelmente oferecestes sua dedicação.
Compartilhamos boas conversas.
Tornamo-nos boas amigas.
 
 
Viver a sua missão,
É buscar o dom da paciência.
Vê-la partindo agora,
Dá-nos a certeza de que alguém muito especial,
Passou por aqui!
 
 

 
 
*CRAS POPULAR
HOMENAGEM
 
FLÁVIA
(Claudionor Araújo da Silva)
 
 
Rouxinóis se alegram com a tua presença.
Vidas são modificadas quando você sorri.
Sua simpatia reluz vivacidade.
Deixas no ar, a força da amizade.
 
Seu coração traduz a beleza dos ipês na primavera.
Estar ao seu lado,
É ter toda a riqueza de uma poesia.
No alvorecer,
Os anjos te aplaudem!
Sentir-se bem,
É viver com a sua ternura!
 
 

 
 
*SENSAÇÕES
(Claudionor Araújo da Silva)
 
De repente:
Riqueza de Inverno;
Geada cobre o terreno;
Folhas que Caem;
Frutos que se Desprendem;
Flores que se Despedaçam;
Cancelas que se Escancaram;
Céu Nebuloso;
Manhã de sol Preguiçoso.
 
É tempo de amar!
Alma a Revigorar!
Viver novas emoções!
Expelir dores!
Degustar outros sabores!
 
 

 
 
*HOMENAGEM CRAS POPULAR
(Claudionor Araújo da Silva)
 
MARIA IZABEL:
 
 
Quando nasceste,
Uma brisa leve beijou sua face.
Nas areias,
Foi escrito o seu nome.
Nos mares,
As ondas se acalmaram.
O sol disse: Ternura!
A lua disse: Amor!
 
Nos bosques,
Borboletas festejavam,
Passarinhos se beijavam
E flores,
Se desabrochavam!
 
No infinito,
Os anjos aplaudiram!
Estrelas se acenderam!
 
E o universo SORRIU!
 
 

 
 
*POEMA EM FLOR
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Na flor do ar,
Fina flor!
Poema que dói.
Em flor, choras.
Sentimentos à flor da pele.
 
Flor das fadas!
Arte em floração.
Apenas,
Desabrocha o amor!
Apenas,
Floresce a alma!
 
 

 
 
*É PRIMAVERA
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Primavera!
Música no ar ou uma quimera!
Bosque atraente
Lírio Reluzente
Beija-flor mágico ou canto de tico-tico
Borboleta cupido ou grilo enxerido
Libélula dançarina ou cigarra peregrina 
 
 
Pensamento a vagar
Sonho a conquistar
Brisa estonteante
Água refrescante
Amor de canário
Momento hilário
Mundo imaginário!
 
 

 
 
*CERTEZAS
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Há dias depurados
E noites sujas nesses passados!
 
Às vezes desgarrado!
Às vezes perfeito e considerado!
 
Ora criador!
Ora gênio do mal e sem pudor!
 
Estreito: Tão difícil, mas compensador!
Largo: Tão aprazível, mas devastador!
 
União escrita nas estrelas!
Revelação dessas Telas!
 
 

 
 
*NUMA TARDE QUALQUER
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Vinha a tarde...
Era outro sol que arde!
À primeira vista: Encanto, fantasia...
O céu, as estrelas e a harmonia!
 
O Tempo passando...
Alguém se apaixonando!
Tantos sorrisos...
Esquecimento dos compromissos...
Corações quase embriagados!
Corpos abraçados! 
 
Outra tarde...
Sem alarde!
Quase o amor!
Era o cravo e a flor!
 
Numa tarde...
A tempestade!
A dor!
O terror!
Enfim...
Foi-se o jasmim!
 
Muitas tardes se passaram...
Muitas flores já morreram!
O céu está sempre escuro!
Já não existe um coração puro!
As estrelas perderam o brilho!
Parte de um estribilho!
 
Choram as tardes!
Morrem os verdes!
Tardes de lembrança!
Tardes de esperança!
 
 
E agora é tão tarde...
Mas o sol ainda arde!
É tarde demais!
Fatos reais!
 
 

 
 
*BAIRRO POPULAR
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Em outros tempos:
 
Paisagem agreste;
Trieiros;
Girinos em águas prateadas;
Vida selvagem.
 
Acolhestes imigrantes!
 
No trem da inspiração poética:
Desbravadores ardentes.
Filhos que canalizaram teus campos
E enalteceram o teu progresso.
 
O apito da indústria próspera,
Deixa a rusticidade no passado!
 
Da terra batida ao asfalto.
Do lampião à gás às forças das usinas elétricas.
Da tabuada ao livro digital.
Das carroças aos carrões.
Do pau-a-pique à mansão dos letrados.
Das pobres tabernas às ricas prateleiras.
De vila pacata ao eterno bairro POPULAR!
 
 

 
 
*FLOR DAS FADAS
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Sorriso inexplicável!
Voz tão serena!
Destino cândido!
 
Alma mágica!
 
 
 
Quando cantas,
O vento ecoa
Rouxinóis gorjeiam
 
Borboletas se alegram
Libélulas dançam
 
 
 
Enquanto dormes,
Tens o brilho da lua
Tens o seu nome escrito nas estrelas
Anjos beijam a sua face
E até as águas querem te desenhar
 
 
 
Quando acordas,
 
O universo diz: - Bom dia!
As nuvens desenham um coração
A brisa traz o perfume do jasmim
E o cravo beija a rosa
 
 
 
Se no verão o seu pranto rolar
O sol ficará sem brilho
Se no outono você se entristecer
Os campos vão perder as colheitas
Se no inverno você se calar
As chuvas vão te chamar
Se na primavera você não sorrir
As flores vão murchar
Os beija-flores vão se entristecer
E os bosques vão ficar sem vida!
 
 
 
Brindemos agora:
A felicidade!
 
Eternamente:
O amor e a vida!
 
 

 
 
*SEMPRE MAIS
(Claudionor Araújo da Silva)
 
 Naquela tarde
Tinha sol que arde!
 
No último raio de sol!
No último pouso da borboleta no girassol!
Na última lágrima da rosa!
Na última palavra da prosa!
 
Na última folha que caiu!
No último barco que partiu!
No sopro da última brisa!
No último desejo da profetisa!
 
No último voo do albatroz!
Na queda da última noz!
No último murmúrio da água!
Na última mordida na língua!
No último verso da poesia!
Na última ideia!
 
Um beijo
Enxugou a última lágrima!
Um sorriso
Jurou amor eterno, sem lástima!
 
 

 
 
*CICATRIZES
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Mesmo que o céu perca as estrelas!
Mesmo que se apaguem todas as velas!
Mesmo que a lua se negue a clarear as noites!
Mesmo que haja só açoites!
Mesmo que o sol fique sem brilho!
Mesmo que a canção perca o estribilho!
Mesmo que morram todas as flores!
Mesmo que sequem todos os mares!
Mesmo que os pássaros percam as asas!
Mesmo que todas as pessoas percam as suas casas!
 
Mesmo assim...
 
Jamais te esquecerei!
Sempre te amarei!
Existem as cicatrizes da tua presença!
O seu perfume ainda me atiça!
 
No compasso de uma doce canção,
Subliminarmente, o seu coração bate
E me abate!
 
 

 
  
*FRAGRÂNCIAS
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Quero a essência das violetas,
Mas as tulipas são amarelas!
As camélias já não são tão brancas!
Morreram os cravos vermelhos
E os crisântemos estão tristes!
 
Quero um jardim de jasmins,
Mas as orquídeas estão sofrendo!
Nasceram rosas amarelas!
Perdi todas as papoulas
E as rosas brancas foram arrancadas!
 
Quero as dálias amarelas,
Porque as vermelhas foram cortadas!
As rosadas: Maltratadas!
Nasceram hortênsias
E os lírios estão murchos!
Acertos,
Desacertos e caprichos!
 
 

 
 
*NENA SARTI (HOMENAGEM)
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Aura mágica!
Talento poético!
Desfrutar do seu caminho,
É saborear as riquezas das palavras.
 
Na alegria:
Rima perfeita de uma linda canção.
Na tristeza:
Encanto de um soneto.
 
Seu coração:
É obra em verso.
Sua história de vida:
Um rico tesouro.
 
Quando andas:
Os jasmins exalam perfumes.
Quando sorris:
Os anjos declamam poemas.
Quando falas:
O universo te aplaude!
 
 

 
 
*PECADOS
(Claudionor Araújo da Silva)
 
De que vale um bonito sorriso,
Se a alma é soberba?
 
De que vale a arrogante ajuda,
Se as mãos são avarentas?
 
De que vale a hipócrita modéstia,
Se os tecidos são luxuosos?
 
De que valem os elogios,
Se os olhos são invejosos?
 
De que vale a fingida simplicidade,
Se existe a gula de vaidades?
 
De que vale fingir serenidade,
Se o coração arde em ira?
 
De que vale a boa vontade,
Se a alma se lamenta de preguiça?
 
 

 
 
*OUTROS JARDINS NO MEU JARDIM
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Repentinamente:
Mágoa de camélia branca
Que perdeu o seu jasmim!
 
Culpaste os lírios!
 
Enraizaste entre as violetas,
Mas esqueceste das margaridas!
 
Estás entre as minhas rosas vermelhas!
Com o seu sorriso
Faço chover cravos rosados!
Não te quero como as acácias amarelas!
Quero em ti a essência do amarelo das dálias,
Mas tenho que arrancar todas as tulipas amareladas!
 
 

 
 
*CRAS POPULAR
(HOMENAGEM)
(Claudionor Araújo da Silva) 
 
Willian:
 
 
Vejo em seus olhos o brilho de um futuro promissor
Fazes parte do sonho do amor sublime entre todos nós
És a força que embala a juventude inovadora
No seu sorriso, sinto a paz do seu espírito.
Conquistaste amigos!
Desejamos-te,
Pela eternidade:
 
Boa Sorte!
 
 

 
 
*NA MESMA CANÇÃO
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Noutros domingos!
Nas fragrâncias amorangadas!
Na sinceridade dos risos!
Na juventude das margaridas!
Num crepúsculo mais ardente!
 
Jardim em festa!
Sedução no ar!
Lado a lado:
Emoção e timidez!
 
Agora?
Apenas domingos!
Outras paisagens!
Chuva de cravos amarelos!
Hortênsias florescem!
 
Tardes insípidas!
 
 

 
  
*ANTONIETA TRAD
(HOMENAGEM CRAS POPULAR)
(MULHERES DO GRUPO DE GINÁSTICA)
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Seja bem-vinda
A tua presença
Emociona
Nos enaltece
 
No teu sorriso
A gente sente
Serenidade
Prosperidade
 
No universo já está escrito
Que tu nasceste para vencer
Queremos muito te abraçar
Tu és a força da mão amiga
 
 Antonieta você nos traz
Harmonia e benfeitorias
Antonieta você nos faz
Cidadãs de primeiro mundo
 
 

 
 
*SOBREVIVÊNCIA
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Bosques pervertidos!
Chuvas de cravos amarelos!
Corujas mal-intencionadas!
Perfume das hortênsias!
 
Rato impertinente!
Brincadeiras maliciosas!
Caretas vingativas!
Dicções árduas!
 
Nenhuma fragrância acalma!
Tudo tem sabor de fel!
 
Último gladiador sobrevivente!
 
 

 
 
*O CÁLICE DA CURA
(Claudionor Araújo da Silva)
 
É como se a criação ficasse sempre à espreita do criador!
É como se o artista fosse somente exibicionismo!
 
Morcegos e toupeiras não resolvem a questão!
Lagartixa de caverna é sempre presa fácil!
 
O vento que sopra lá só traz poluição por aqui!
O sol de lá tem mais valor!
 
Te digo o que quero,
Que num dia desses tu terás!
 
O que tem mais valor:
Fazer ou curar feridas?
 
O que é mais sensato:
Abraçar o inimigo ou acalentar a vaidade?
 
Quanto mais destruíres,
Mais próximo estarás
Do mundo das MOSCAS!
 
 

 
  
*NO TEMPO DAS AMAPOLAS
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Noutras amapolas que se despetalaram:
Essência de azaleia branca.
 
Noutras camélias brancas que murcharam:
Sinceridade de tulipa vermelha.
 
Noutras tardes:
Sorrisos de crisântemos vermelhos.
 
Lado a lado, noutras noites:
Papoulas divididas entre
ETERNIDADE E BELEZA!
 
Sobrevivem os jasmins!
 
Toda carne perece.
 
 

 
 
*AS MARCAS DE UM DESTINO
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Impossível!
Corvos insaciáveis espreitam passos!
Marcam compassos!
 
Canção que não se quer ouvir!
Todo mal que há de vir!
 
Linho branco repleto de nódoas!
Obra de arte em pedaços!
Planeta em escuridão eterna!
Quantos destroços!
 
Prisão de desfiladeiro!
Dores das fragrâncias!
Quantas divergências!
 
Dias desperdiçados!
Pensamentos divididos entre
POR QUÊ?
e ESCOLHA!
Ninguém que me acolha!
 
Tudo insiste nas mesmices!
Melhoradas LÁ!
Pioradas AQUI!
 
Alma irrestaurável!
Incompreensível!
 
 

 
 
*ENTRE TANTOS CORAÇÕES
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Desesperadamente,
Vou procurando!
Encontrarei, inesperadamente?
 
Pode estar na cabana!
Embaixo de uma lona?
Talvez próxima às geleiras!
Ali nas cordilheiras?
Numa colina solitária!
Numa lua imaginária?
Na praia deserta!
Contida na frase certa?
Na cidade perdida!
Numa terra esquecida?
 
Tem brandura!
Sofre, porque é a sina!
O bem, sempre ensina!
 
Está perto do fim?
Ainda existe?
Em algo, será que persiste?
 
Coração mágico!
Nessa imensidão,
Um em um bilhão!
 
 
No mundo dos sonhos:
Logicamente!
Evidentemente!
 
 
 

 
 
*NO MUNDO DAS SERPENTES
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Afligir?
Por devoção!
Surrar?
Por prazer!
Maltratar?
Por profissão!
Fingir?
Porque não há saída!
 
Ah!, ah!, ah!, ah!, ah!,…
Tudo é aversão.
Ah!, ah!, ah!, ah!, ah!,…
Aproveitar-se de MEDO.
 
Ah!, ah!, ah!, ah!, ah!,…
Nada substitui o TALENTO!
 
 
 

 
*CAUSAS E EFEITOS
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Cuidado!
É preciso mais que serenidade!
 
Não!
Antes de ir se veja nos cenários!
 
Sempre agora!
Nunca deixe algo pra depois!
O destino está do seu lado!
 
Pela experiência do passado,
Algo traduz SORTE!
 
Na chuva de pedras:
Escudo é inteligência!
 
Se gotas de orvalho ferirem:
Agigante-se!
 
Frente a frente com as serpentes:
Coragem inigualável!
 
Quando novas batalhas forem travadas:
Ainda existem as armas da simplicidade!
 
Tudo morre no tempo certo!
Onde houver falta de modéstia,
Haverá a essência dos PODRES PODERES!
 
 

 
 
*DAIANE
(HOMENAGEM DE ANIVERSÁRIO)
(CRAS POPULAR)
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Brilho de primavera!
CONGRATULAÇÕES estão escritas nas estrelas.
Tulipas vermelhas resumem a essência do seu carisma.
Tens o dom natural do encanto.
Sua alma guarda os segredos dos vinhos.
És sinônimo de BRANDURA!
No teu caminho:
Trinados de rouxinóis;
Beija-flores mágicos
E uma doce canção que diz:
PARABÉNS A VOCÊ!
 
 

 
 
*TARDES DE SETEMBRO
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Primavera!
Ilusão de Quimera!
 
Cai a Tarde!
Sol que Arde!
Horizonte Matizado!
Quanto Colorido!
Brisa Suave!
Mais uma Ave!
Perfume de Chuva
Na água Turva!
Flor de Jasmim!
Desenho de Querubim!
 
Namoro de Bem-te-vi!
Momento que Vivi!
Rouxinol no Bosque!
Sorvete no Quiosque!
Borboleta no Campo!
Dança de libélula e Pirilampo!
Beija-flor pousa em Mim!
Enfeite de Jardim!
 
Dias Inesquecíveis!
Momentos Aprazíveis!
TARDES DE SETEMBRO!
A paisagem que eu Relembro!
 
 

 
  
*NOITES DE OUTONO
(Claudionor Araújo da Silva)
 
 
Noite estrelada
Brilho de lua nova azulada
Lagoa esverdeada
Perfume de rosa
Fogueira acesa
 
Poema do coração
Dança cigana no sertão
Lenço na mão
Olhar ardente
Ritmo contagiante
 
Saia rodada
Fita colorida
Lábios de esmeralda
Leque na decoração
Alegria de pandeiro e violão
 
 
Amor!
Calor!
Paixão
E
Sedução!
 
 

 
 
*PAI HERÓI
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Meu pai:
 
Criança:
Para ver o meu sorriso.
 
Amigáveis conselhos,
Que refletem serenidade.
 
Mão que corrige.
Semblante que ensina.
Voz da experiência.
Olhar que repreende.
 
Visto-me de herói,
Para dizer que tu és,
Meu SUPER-HERÓI.

 
 

 
 
*SEMPRE PAI
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Papai:
 
O meu melhor amigo!
O meu abrigo!
Bons momentos!
Quantos acalentos!
Repreensões corretas!
Quantas metas!
Braços que acolhem!
Olhos que envolvem!
Canção que considero!
Sorriso sincero!
 
 

 
 
*AGORA É PAI
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Em tempos outrora:
 
Menino da bola de meia;
Do jogo de pião;
Do meião;
Do copo de dado;
Jovem apaixonado;
Desejo de família.
 
Hoje Pai:
 
Cabelo grisalho;
O agasalho;
Ruga da experiência;
Quanta prudência!
Escudo;
O tudo;
Esteio do lar;
Sempre a acalentar!
 
 

 
  
*AS FLORES FORAM TESTEMUNHAS
(Claudionor Araújo da Silva)
 
 
Certas tardes, DÁLIAS AMARELAS, se viram fracas.
 
Tardes das chuvas de ACÁCIAS AMARELAS.
Tardes em que, CRISÂNTEMOS AMARELOS, sorriram.
Tardes em que penumbras,
esconderam DÁLIAS VERMELHAS.
Tardes em que ROSAS AMARELAS
se desabrocharam.
 
Depois...
 
Noites de assombros!
Lágrimas escondidas!

Eternamente:
Prisão do jardim dos erros.
Império de hortênsias!
 
 

 
 
*TARDES DE VERÃO
(Claudionor Araújo da Silva)
 
O melhor sorriso!
Beijo na fada do paraíso!
Abraço caloroso!
 
Lugar aconchegante!
Petisco instigante!
Coquetel refrescante!
 
Sombra de flamboyant!
Canção POP ou dança de collant!
Corda de violão!
Som de percussão!
 
Chuva de veraneio!
Bola no pé e um devaneio!
Areia ardente e mais um copo e meio!
 
Piscina papo bom!
Bolo de bombom! 
Boia marrom! 
 
À tardinha:
Voo de andorinha!
 
Tempo de alegria!
Brinde à melodia! 
 
 

 
 
 
*CORUJAS
(Claudionor Araújo da Silva)
 
 
Espera!
Deixa o sol se por!
Deixa o rato se emburacar!
 
Elas vivem assim!
Vai passar uma,
Duas,
Três ou uma PANDILHA!
 
Que TEATRO!
Chirria daqui!
Dali!
De cá!
A noite é delas!
 
Olha!
Aquela já voltou!
Outras?
Estão ali!
 
Mas o rato sortudo
É penumbra!
Tem brio!
 
Coruja esperta também dança!
Rato sabido tem mais vantagem!
 
Nessa malandragem,
Rato de língua afiada,
É cobiça de qualquer coruja!
 
 

 
 
*AGORA?
(Claudionor Araújo da Silva)
 
Queres euforia?
Agora? Por quê?
Só existe a Melancolia!
Nada é mais como Outrora!
 
Recusaste...
O perfume mais raro!
Ignoraste...
O teor da beleza!
A força do Amparo!
 
Nos dias em que o sol brilhou,
Lançaste o punhal da arrogância!
O amor você matou!
Deixaste nascer a flor da Imprudência!
Nas noites iluminadas
Atiraste flechas envenenadas!
 
Abraçaste o fel!
Foste deliberadamente cruel!
 
No jardim
Jasmins morreram abraçados
Enquanto se beijavam!
Corvos maltrataram as rosas!
Sementes secaram
E cravos perderam a essência!
 
Queres euforia?
Agora? Por quê?
Acreditei numa bijuteria!
 
 

 
FIM!